"Não acrescentemos dias à nossa vida, mas vida aos nossos dias"
Quarta-feira, 31 de Maio de 2006
"What Animal Were You In A Past Life?"
You Were a Lizard
You are able to bounce back from adversity and regenerate what was lost. Facing your fears and controlling your dreams comes easily for you.
What Animal Were You In a Past Life?


publicado por Sr. Dr. Ricky às 21:42
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Segunda-feira, 29 de Maio de 2006
Contra A Maré

São estaladas atrás de estaladas, xicotadas atrás de xicotadas, punhos atrás de punhos, gritos atrás de gritos, empurrões atrás de empurrões...todos os dias, cada vez mais intensos, sinto obstáculos a impedirem-me de me avançar na vida, no ano, no dia, na hora!

Batalha atrás de batalha, sinto-me o vencedor mas cada vez mais aproximo-me do vencido...a cada dia que passa novas situações anseiam pela minha atenção e incapacitam-me de prestar atenção a outras coisas igualmente importantes!

Uma raiva que me assombra os sonhos, que me assalta o ser, a alma! Uma raiva contra a qual vou lutando dia após dia, numa tentativa de evitar descarregá-la na pessoa errada, num trauseante perfeitamente inocente, ou numa pessoa realmente importante para mim, que nada fez, nem nunca fará, para eu a atacar num momento enraivecido!

A cada momento que passa sinto forças a serem-me retiradas, paciência sobretudo: a mais poderosa de todas as forças! Menos para todos, principalmente para mim mesmo!

Perdoe-me o exagero em pontos de exclamação mas se estivesse a "dizer" este texto, empregaria um tom de voz bastante alto, até enrrouquecer, para assim cessar esta raiva dentro de mim apenas pelo facto de não ter voz!!

AAAAAHHH!!! Porque tem de ser sempre assim! Sempre assim, cada dia uma batalha, cada dia um problema urgente, uma questão por resolver; cada dia que passa usufruo de uma paz fictícia, um estado de tranquilidade stressado, um relaxar em frenesim!

Acho que é assim que funciono mesmo, custa-me a admitir: retenho todas as raivas, todos os motivos que tenho para "explodir" momentaneamente são enclausurados bem dentro de mim;: só para mais tarde, num dia, explodir por completo atingindo, de ricochete, todos os que me rodeiam, quer tenham culpa no cartório ou não!

Falta-me o meu escape...o meu ponto de fuga desapareceu há uns poucos anos...a única pessoa que com um tocar das suas mãos sábias me acalmava mais do que qualquer chá ou mézinha...do que qualquer artifício ou droga...

 

Estado de espírito? -> Urgentemente necessitando doutro escape...doutro ponto de fuga...difícil de encontrar...



publicado por Sr. Dr. Ricky às 21:20
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006
Isto tudo...

A cada dia que passa estou mais convencido de que isto tudo é apenas uma grande experiência de uns cientistas quaisquer. Este mundo...isto tudo, para ser mais, ou menos, preciso!

É que, caímos aqui praticamente do céu, ou do espaço, ou através de micro-organismos unicelulares ou coisa c'o valha, sem qualquer luz sobre o que fazemos aqui, o que é suposto fazer, e mais uma cambada de perguntas repetidas ao longo da vida da humanidade.

Acho que é uma experiência de alguém para ver como é que um ser se desenvolve na plena escuridão, gerindo-se por crenças das quais não tem prova nenhuma, por outros seres tão iluminados como o próximo e pelas suas vontades ocasionais que acontecem sem qualquer explicação.

Já percebemos como funciona "a nossa casa", pelo menos no sentido terrestre e atmosférico porque o que toca à maior superfície da Terra não sabemos nada: os oceanos. Já nos conseguimos curar, certas doenças isto é, já sabemos tudo da anatomia humana, ou pelo menos pensamos que sim.

Da nossa cabeça ainda não conseguimos perceber muita coisa: apenas sabemos que, basicamente, somos "conduzidos" por impulsos eléctricos que se dão no nosso cérebro...mas o que gera esses impulsos? Uma vontade interior...que provém?...do interior...pois...

Como vêm, vivemos praticamente às escuras e o sentimento que mais nos atormenta/nos põe felizes (outro sentimento que ninguém consegue perceber o que é) passa-nos completamente ao lado...Mas é que não sabemos nada de nada do amor. Alguns loucos atrevem-se a dar uma definições ainda mais loucas como uma reacção química (numa parte qualquer do corpo; ouvi falar dum homem que teve "amor" no dedo mindinho) que nos torna confusos e nos diminui o discernimento: usando jargão técnico...torna sábios em loucos.

Para piorar isto tudo ("Ainda mais?" Sim!) contam-nos histórias sobre o amor verdadeiro: o sentimento mais realizador de todos e o mais cobiçado; e sobre as almas gémeas. Dizem que para cada um existe uma outra pessoas destinada e vice-versa, e apenas com essa pessoa conseguirá atingir a felicidade interior. Ora, no meio de 6 biliões de pessoas apenas na Terra (Quem nos diz que a nossa alma gémea não pode ser marciano ham?!) será mais provável saír-nos o euromilhões (outro fenómeno social) do que encontrarmos essa pessoa.

E mesmo que a encontremos, muitas vezes, por razões que ultrapassam a razão, nem sequer olhamos na cara dela e passamos pela felicidade maior da nossa vida como passamos por um mendigo no banco do jardim...com um desprezo de cortar à faca!

A minha teoria (por muito comedida e estúpida que seja) é que todo o ser racional, e por isso humano, necessita de ter perguntas superiores, perguntas que lhe deem um objectivo superior na sua vida. Se tal não existir a vida perde o seu sentido...(se alguém soubesse tudo, a escola perderia o sentido para essa pessoa e então ela sairia da escola) e então deixa de valer a pena acordarmos todos os dias atormentados por dúvidas quase retóricas.

E o amor é o mistério supremo e absoluto que ultrapassa qualquer razão ou teoria! Por isso é que o cobiçamos tanto! Uns de uma forma muito superficial, outros de uma forma muito mais relevante; mas ao fim ao cabo todos o buscamos.

Chegando ao fim deste testamento enorme [perdão ao leitor paciente (duvido que alguém chegue até este ponto!)] percebo agora que o ser humano é um ser fascinante: Sofre tanto por causa de um sentimento tão desconhecido a ele...Mesmo apesar de ninguém saber o que é o amor, todos sofrem por ele e para ele...fantástico...


sinto-me:

publicado por Sr. Dr. Ricky às 21:58
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Sexta-feira, 19 de Maio de 2006
Paz

Não se preocupe o leitor que, ao ler o título, pensou que eu iria escrevinhar por aqui umas quantas teorias sem nexo nenhum para alcançar a paz...

Paz, neste caso, é paz interior: a forma como me sinto; em paz com tudo. Em paz com a vida, com todas as pessoas, com todas as minhas tarefas, com todas as minhas paixões.

Há muito que não me sentia assim: em paz.

Sei que daqui a uns meses, dias ou mesmo minutos vou estar a dizer precisamente o contrário mas isso faz parte do ciclo da vida; faz parte da sequência de fazes boas e más.

Se não houvesse as fases más, as boas perderiam todo o sentido e se não houvesse as fases boas a vida seria uma tortura cruel; coisa que não é, nem pouco, mais ou menos! Sei que depois disto deverá vir uma fase má, turbulenta, acidentada...mas ainda bem: assim dou mais valor a esta paz, dou mais valor às coisas boas de todos os dias!

As moscas têm uma utilidade: a de acentuar os momentos em que não temos moscas a chatearem-nos; se não houvesse moscas não apreciaríamos devidamente os momentos sem elas.


sinto-me:

publicado por Sr. Dr. Ricky às 21:56
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