"Não acrescentemos dias à nossa vida, mas vida aos nossos dias"
Sexta-feira, 30 de Junho de 2006
Até Já

Sei que não é meu hábito postar um artigo com tão poucos dias depois do último, nunca publico artigos uns em cima dos outros...gosto de dar tempo para todos lerem (e além disso não tenho criatividade suficiente xD).

Mas este artigo é-me útil, já que serve para informar quem me lê que eu vou tirar umas belas férias.

Portanto a partir de sábado, e durante duas semanas, não vou postar nada nem comentar quem eu leio.

Obrigado, e boas férias =)

 


sinto-me: de férias

publicado por Sr. Dr. Ricky às 18:27
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2006
Vai uma "pêra"?

Aprendi não sei quando, igualmente, não sei onde, que o motivo que as pessoas muitas vezes têm de mudar de visual, o motivo verdadeiro e quase inconsciente, é que essas pessoas estão ou são inseguras; se uma pessoa muda de visual várias vezes é sinal de insegurança e instabilidade. Pode também significar que essa pessoa quer "apagar" uma certa fase da sua vida, mudando muitas vezes de casa, cidade, país e de visual.

Eu não sei se isto que um dia aprendi está totalmente correcto..eu posso querer mudar o meu visual apenas porque...quero! Aliás, até considero saudável as pessoas de vez em quando mudarem de visual...evitam assim a banalidade...enganam a rotina, o quotidiano, mesmo que seja só por uns dias!

Ora, eu nunca dei assim muita atenção ao "visual", até porque me considero feio e quanto a isso não há muito a fazer (mas aceito-o bem acreditem!), mas sempre me preocupei com o que visto...isso sim, considero que me visto bem. Mas isto tudo a propósito de quê?

É que uma das coisas que me chateia imenso fazer é a barba...porque chateia...sei lá porquê mas a verdade é que fazer a barba quase de dois em dois dias aborrece! E então o que é que eu fiz? Deixei crescer uma pêra. Não se pode chamar a isto pêra...não imaginem uma pêra do género bandas de heavy metal com pêras quase tão compridas como cabelos! Não...uma pêra mais há...sei lá...uma coisa modesta pronto.

E nunca vos disse, mas a minha querida e adorada mãe embirra com tudo o que seja pêlo facial, e quase que me implora para a cortar! Ora, eu até a ia cortar mas só por causa desta insistência um pouco parva da parte da minha mãe vou deixá-la por mais uns tempos...até me fartar! Isto porque, uma das coisas que eu mais estimo e prezo é a minha liberdade para com o meu corpo; ou seja, eu é que decido o que visto, eu é que decido o meu corte de cabêlo e eu é que decido se tenho uma "pêrazita" ou não!

Digamos que esta pêra é mais uma forma de frisar um ponto de vista, de realçar uma liberdade minha, mais do que mania pela moda ou preocupação exacerbada com o "visual".

 

PS: Mas que artigo mais fútil ham? Pois é, às vezes é bom caír na futilidade, arejando a cabeça de todas as responsabilidades muito menos fúteis ou da inteligência que nos previne de entrar em demasia neste tipo de conversas! =D


sinto-me: temporariamente fútil xD

publicado por Sr. Dr. Ricky às 13:42
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Domingo, 25 de Junho de 2006
Injecções de Nacionalismo

Bem...errr...Sou...Ol...

Perdão pela hesitação mas passaram apenas poucos minutos do jogo Portugal VS Holanda, esse jogo tão emotivo e emocional! Ainda sinto o meu coração a bater forte e um friozinho na barriga, eco de todos aqueles friozinhos quando as "laranjas" aproximavam-se da nossa baliza!

Mas não venho aqui fazer um comentário ao jogo (não quero pôr no desemprego todos os comentadores), coisa que seria banal!

Para quem não me conhece, todos os fenómenos sociais fascinam-me bastante! E um deles é este súbito nacionalismo que advém da selecção nacional de futebol.

Antes do Euro 2004 ninguém tinha bandeiras às janelas, quase que ninguém sentia "orgulho" no seu país! Mas mesmo depois do Euro ainda se avistavam bandeiras esvoaçando as cores da nação!

E hoje verificou-se exactamente a mesma coisa: depois deste jogo tão emotivo, só se conseguia ouvir eram as buzinas dos carros tão extasiados como os seus donos, com certeza portugueses! Eram tachos, foguetes, palmas e mesmo vozes de compatriotas felicíssimos com esta grande vitória para o país, já que a última vez que fomos aos 4ºs de final foi em 66!

Com isto só pretendo defender o valor desse desporto que é o futebol: muitos podem dizer que move dinheiro a mais: concordo; dizem que não serve para nada e é absolutamente desinteressante: não concordo!

O futebol une nações (veja-se o caso de Portugal) internamente e externamente! Porque através do futebol e do dinheiro que ele move já se ajuda muita gente necessitada hoje em dia (veja-se o exemplo da Fundação Luís Figo!).

Por isso é que tanto amo este desporto:  não bastásse ser muito interessante de se ver, e super divertido de se jogar, pode-se fazê-lo por causas muito nobres, trazendo felicidade a muita muita gente!


sinto-me: Portugal!

publicado por Sr. Dr. Ricky às 22:20
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2006
Do Stress "Quotidiano" Para O Relaxar "Estival"

Escuro…se me pedissem para descrever o que sinto neste momento: escuro…apenas porque não consigo abrir as pálpebras que tanto pesam do imenso sono que tenho.

Mas tenho que fazer um esforço para o fazer pois tenho responsabilidades: preparar-me para a escola…não me posso desleixar no 10º ano.

Levanto-me, cambaleio até à casa de banho, depois até à cozinha…retorno ao quarto e deslumbro a cama aberta como se me chamasse para voltar ao sono dos justos; mas a minha consciência actua sobre mim, com a ajuda da voz da minha mãe que me chama já nas escadas do prédio: “Vem lá filho, despacha-te” diz ela…como não quero obedecer…Uma força repele-me da porta de casa e atrai-me para o meu quarto, ela incita-me a permanecer aí o dia todo…sem sequer abrir os olhos ou levantar a cabeça.

Lá cumpro o pedido da minha mãe, acalmo o meu pai que já se pôs nervoso com as horas e parto em direcção a um dia novo com rotinas antigas…

Como todos os dias, chego à escola, falo a todos que me conhecem, apesar de eu não conhecer muitos deles, cumprimento quem realmente conheço e lanço um sorriso a quem realmente gosto. Tal e qual como noutros dias, desejo uns quantos furos no meio do meu horário: que aluno não o deseja?

Aulas, aulas, palavras, algumas importantes outras nem por isso, que vagueiam pelo ar de uma sala, sobreaquecida com o bafejar de 20 e tal pessoas enclausuradas numa sala relativamente pequena para o número da assistência.

Aula que consiste numa pessoa que fala do que pensa saber, para uns quantos atentos que pensam gostar, para uns outros distraídos que pensam já saber e para mais uns muitos que pensam apenas em se irem embora! Não sei em qual categoria me enquadro mas não gosto muito disso: categorizar pessoas. Todos somos únicos e esse é um dos poucos ensinamentos que preservo da primária!

O toque estridente duma campainha torna-se numa obra-prima composta por um autêntico génio, que nos dá a saber que a aula acaba e estamos finalmente livres. Sei que necessitamos de aulas, até porque “aluno” em latim significa “pessoa sem luz” (“a” – prefixo de ausência”, “luno” – provém do latim e significa luz no sentido de saber) e é por isso que estamos na escola: para nos iluminarem.

Caminho para casa em cima de dunas escaldantes resultantes do tempo abafado em demasia, no qual nem o vento arrefece e nem a sombra abriga. Este Verão está especialmente cruel para quem anda pela rua…mais uma razão para não sair do conforto caseiro.

Chego a casa, atiro com a mochila para o chão com as forças que me restam; já acarto com este peso há uns bons anos e cada ano que passa tem tendência em ficar mais pesada: não me refiro ao peso em kg de livros ou material mas ao peso da responsabilidade que acumula com o passar dos anos lectivos.

Acomodo-me, dispo-me e visto-me, pego num copo e encho-o de um líquido qualquer; apenas me interessa tirar este sabor nefasto de asfalto e gravilha que tenho na minha boca…Sinto-me mesmo a desidratar; este é de certeza a melhor bebida que alguma vez saboreei.

Caminho até ao canto mais acolhedor nesta casa, para mim: o meu sótão, do qual apenas eu usufruo, onde tenho o meu computador, uns quantos CD’s e livros, e uma ventoinha para suportar o calor imenso que se faz sentir multiplicado neste canto. Sento-me em frente ao ecrã, com o teclado debaixo dos meus dedos…chego sempre a esta altura do dia e apetece-me sempre escrevinhar qualquer coisa, mas uma pergunta assombra-me: “O quê?” Tenho a vontade mas falta-me o tema, a imaginação e, muito sinceramente, o jeito.

Desisto, como o faço todos os dias, e guardo esta minha ânsia de bater no teclado para um dia de inspiração pelo qual já espero há uns bons tempos.

Depois de jantar, ficar em frente da TV qual vegetal, e de ter umas conversas imensamente supérfluas com os meus pais, dirijo-me para a minha cama. Está na hora de ter um merecido descanso, não porque o mereço já que pouco fiz hoje, mas apenas porque gosto de o assim intitular.

A dificuldade que tenho ao acordar de abrir os olhos verifica-se agora ao adormecer: não consigo fechar os olhos de tanto que penso em tanto e tão pouco. Chego a falar comigo mesmo e a pedir-me para parar de pensar, pelo menos por agora, porque necessito do pouco descanso que posso usufruir nesta minha acutilante rotina!

Adormeço finalmente…a paz invade todo o meu corpo incluindo a minha cabeça: finalmente cesso de magicar fórmulas inúteis ou de prever possíveis acontecimentos utópicos do dia seguinte…agora um sentimento usurpa-me o pensamento: é assim que me sinto bem, num estado de dormência permanente…uma paz interna eterna…palavras parónimas que tão bem combinam na minha cabeça!

Novo dia…com rotinas já cansadas de tanto serem repetidas…Já nem me queixo; habituei-me à ideia do quotidiano, e, de certa forma, rendi-me; entreguei as armas que há muito deixaram de cumprir serviço. Acho que é inédito: um adolescente que parou de se revoltar…Mas assim foi; acho que me acomodei demais à rotina diária e as únicas conspirações que magico na minha cabeça não passam para o papel…pelo menos não para um papel real; algumas publico virtualmente…Limito a minha revolta à música que oiço, e à forma como, trocando por miúdos, jogo à bola. Punk Rock, Heavy Metal, Hard Rock, Rock, e coisas parecidas fazem as minhas delícias. Não sei se tenho cara de quem ouve este tipo de música mas, como já disse, não existem categorias para as pessoas…isso usa-se num supermercado para os produtos…Obviamente que sempre existem aqueles estereótipos de quem ouve este tipo de música mas; e já que esses são sinónimos para as categorias; desprezo qualquer um: O ser humano é único e não se confunde no meio de muitos outros.

Passam-se uns quantos dias e umas quantas noites…poucos momentos interessam retratar já que a incessante rotina não perde o seu adjectivo predilecto.

Com este tempo que passa, passam também novos problemas, novas questões e situações às quais tenho de responder, sempre, com a maior prontidão…Como me enerva isto: não poderei eu ter uma época de paz? Sempre me disseram que depois da tempestade vem a bonança mas a minha há muito tempo que deixa de me bater à porta, deixando que a tempestade me governe a vida.

Muito sinceramente, acho que sou mesmo eu que provoco tal coisa. Eu e a minha mania de me meter em quantos projectos conseguir; eu e a minha mania de querer ajudar todas as pessoas que encontro, algumas que conheço outras nem por isso, poucas de quem gosto e a maioria que apenas conheço; eu e a minha mania de não conseguir estar sozinho.

Preciso de fazer uma pausa nos relacionamentos…Sempre me considerei forte no foro sentimental, no sentido em que não sofro muito por tudo acabar…costumo até ser eu a acabar…Mas acho que estou a perder essa…”capacidade”…não lhe chamarei qualidade já que não creio que seja…

Preciso de viver…de me viver.

Estão à porta as férias de Verão. Finalmente vou poder descansar a minha mente; as sessões exigentes de briefing escolar finalmente param e toda aquela informação que restou é arrumada a um canto das profundezas da minha mente. É engraçado: passo um ano inteiro a ouvir falar da mesma coisa para depois pôr de lado tudo…mas apenas por uns quantos meses.

Mas acho que todos os alunos precisam desta “ignorância momentânea”, assim estamos mais “frescos” e lúcidos nas férias. Não carregamos o peso de responsabilidades nem de matérias de todos os tipos. Apenas levamos connosco a convicção de nos divertirmos ao máximo; mais ainda do que no ano passado; e assim sucessivamente.

Como em todos os Verões, espero ser surpreendido pela vida. Aliás, como em todos os momentos: todos nós esperamos sempre uma surpresa, de preferência agradável, da vida, para continuarmos com ela cada vez mais alegres!


sinto-me:

publicado por Sr. Dr. Ricky às 14:23
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Terça-feira, 13 de Junho de 2006
If Your Life Was A Movie, What Genre Would It Be?
The Movie Of Your Life Is A Black Comedy

In your life, things are so twisted that you just have to laugh. You may end up insane, but you'll have fun on the way to the asylum. Your best movie matches: Being John Malkovich, The Royal Tenenbaums, American Psycho

If Your Life Was a Movie, What Genre Would It Be?
Não querendo exagerar com coisas retiradas do "blogthings" esta teve realmente piada!

sinto-me:

publicado por Sr. Dr. Ricky às 18:48
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2006
Eu Fui

Acho que pelo título já deu para o leitor perceber do que este artigo trata mas se não perceberam cá vai: Eu fui...ao Rock In Rio Lisboa!

Já no ano passado tinha ido, com os meus pais, e não pude de deixar de repetir a óptima experiência! Este ano fui com o meu pai e um grupo de grandes amigalhaços, grupo esse que já tinha alguma experiência de festivais (principalmente o Tiago e eu por causa do SBSR!).

A única coisa que posso dizer é que não existem hipérboles exageradas o suficiente para eu conseguir descrever o espectáculo espectacularmente espectacular que foi o dia 3 de Junho do RIR!

Foi de longe o cartaz melhor que não só se destacava pela melhor banda actual do mundo (Red Hot Chili Peppers) mas também por todas as outras, nomeadamente: Tara Perdida (um grande concerto que deram); Fonzie (aaah...quer-se dizer...); Orishás (uma onda latina muito boa); Kasabian (com a irreverência característica da música britânica actual); DA WEASEL (sem palavras para descrever o enorme espetáculo que deram), e por fim...R.H.C.P, que foi o melhor concerto a que assisti! Sem palavras mesmo!

Para além disto tudo a companhia foi muito boa, deram-se boas gargalhadas, saltou-se muito, fez-se moxe (algo que não pode faltar num bom festival!).

Resumo: um dia muito muito bem passado em óptima companhia...tudo..."Por Um Mundo Melhor"



publicado por Sr. Dr. Ricky às 20:35
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